O GLOBO

Domingo, 17 de dezembro de 2006

Economia


Produtos importados somem das prateleiras

Bruno Rosa

Comércio tenta superar as vendas fracas deste ano com preço 15% menor dos itens estrangeiros neste Natal

Apesar do endividamento crescente, a queda do dólar e as facilidades oferecidas pelo varejo a uma semana do Natal estão atraindo os consumidores e impulsionando os negócios na reta final da principal data do comércio. Com queda de 15% nos preços em relação ao ano passado, os itens importados seguem como os campeões de vendas neste fim de ano. Bonecas, perfumes e eletroeletrônicos estão em falta no varejo e sem previsão de chegar às lojas até o próximo sábado.

Com os importados mais baratos, os preços dos produtos nacionais chegam às vésperas do Natal com redução de preço de 5% em relação ao ano passado. Para o engenheiro Antônio Cesar Carvalho, da Acomp Consultoria, o varejo deve registrar bons resultados neste Natal e reverter parte do quadro negativo do ano.

- Com queda de 15% nos preços, os importados acirram a disputa com os itens nacionais. Depois da Copa do Mundo, o varejo ficou com estoque encalhado e segurou as encomendas de Natal. Com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, as vendas aumentaram acima do projetado pelo varejo, e os produtos importados acabaram porque a logística de distribuição é demorada - disse Carvalho.

Na rede BrinkCenter, com lojas no BarraShopping e no Rio Sul, não há mais as bonecas importadas Miracle Baby, Amazing Ananda, Bratz baby e Casa da Barbie. Angelita Baliú, assessora de marketing da empresa, ressalta que os produtos importados lideram as vendas porque estão 15% mais baratos neste Natal em relação a 2005:

- Baixamos os preços para chamar a atenção dos clientes. Depois das promoções, as vendas dispararam. Na última semana, o preço da Casa da Barbie, por exemplo, caiu de R$279,99 para R$249,99 (recuo de 10%) e o estoque acabou.

Na RiHappy do Norte Shopping, o estudante Claudio Fernandes comprou a última boneca Ananda da loja para a sobrinha. O jovem usou a segunda parcela do décimo terceiro para comprar o brinquedo.

- Achei que o shopping estaria vazio, mas me enganei. - diz Fernandes.

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Nota da ACOMP:

Na matéria o Engenheiro e Prof. Antônio César, diretor da ACOMP, foi indicado como Economista. No texto acima já está corrigido.

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