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São 22 anos da ACOMP !

"Uma Empresa que conhece o Brasil"


Este trabalho foi elaborado pela ACOMP para divulgar melhor o nosso País aos Investidores Internacionais e também aos próprios Brasileiros, incentivando-os a aplicar seus recursos no Brasil, através da demonstração clara do seu alto potencial de retorno. A ACOMP já assessorou dezenas de investidores e empresas nacionais e internacionais a estabelecerem os mais variados tipos de negócios em nosso País, nas áreas comercial, industrial e de serviços. Conte com nossa Equipe, e boa leitura !

 

Nota Importante:

Este Estudo data de 2000, quando do aniversário dos 500 anos do Brasil. Na época procuramos várias instituições para apoiarem nossa ideia, mas elas resolveram copiar a ideia, e colocar em seus sites os dados que dispunham.

Estávamos no "boom" da internet, e todos queriam acessos para suas páginas. Contudo, o momento era de pensar grande, e resolvemos então, fazer assim mesmo, ainda que sozinhos e arcando com todos os custos, pois acreditávamos que todos iriam ganhar lá na frente, empresas, governos e cidadãos.

Nossa iniciativa acabou por incentivar várias instituições públicas e privadas, além de algumas empresas brasileiras, a divulgarem dados e estudos sobre nosso País, que possibilitassem aos brasileiros e também aos estrangeiros conhecer melhor o Brasil, para investirem aqui com maior segurança, disseminando ao mesmo tempo a cultura do Empreendedorismo.

Além deste estudo, geografia econômica, criamos e distribuímos o Mini CD ACOMP, que apresenta um filme com as tendências de negócios para os próximos anos no Brasil; criamos um calendário mensal de Eventos no Rio de Janeiro, e o distribuímos mensalmente on-line e por mala direta durante dez anos consecutivos; divulgamos gratuitamente todos os anos até hoje, o resultado da Pesquisa Anual da ACOMP com os 10 melhores negócios para investir; continuamos divulgando através da Imprensa dezenas de Dicas de Negócios, são mais de 250 (duzentas e cinquenta) entrevistas, reportagens e artigos publicados, além de vários outros serviços disponíveis on-line em nosso portal. Acesse todos eles a partir da seção Serviços, em www.acomp.com.br.

Agora em 2010, passados exatos 10 anos, consideramos que os nossos objetivos foram plenamente alcançados. Hoje principalmente as instituições públicas e privadas sem fins lucrativos, e algumas grandes empresas brasileiras, divulgam dados, estudos e pesquisas, conforme a sua área de atuação, através dos seus respectivos sites, permitindo aos que pretendem investir no Brasil, um maior conhecimento e acesso às informações e dados fundamentais para o seu sucesso, o que antes não era feito, ou só era acessível para alguns poucos em meio físico, mesmo assim a um custo muito alto.

No cenário mundial o Brasil é atualmente muito mais respeitado, e caminha de forma sólida e consistente para um novo ciclo de crescimento sustentável. Hoje também é mais difícil algum estrangeiro, confundir nossa capital com a de outros países vizinhos da América do Sul. Nossa bandeira é muito conhecida em função dos esportes, mas, agora nosso mapa, nosso povo, e nossa economia também são reconhecidos.

Enfim, contabilizamos até o final de 2010, aproximadamente 500.000 (meio milhão) de acessos somente a esta página do nosso portal, o que pode parecer pouco para os números habituais da internet. Porém, nosso maior público é formado por empresários, executivos e empreendedores, justamente os que decidem novos investimentos, obras, projetos, empreendimentos, e etc..

Estamos muito felizes com essa conquista, que é de todos os Brasileiros, afinal o País como um todo saiu ganhando, e esta página vai ficar aqui como marco e lembrança deste momento. Agora, seguiremos trabalhando para que o Brasil conquiste a posição de sétima maior economia do mundo, e depois a sexta, e depois ...

Agradecemos a todos que nos prestigiaram com suas visitas e recomendações, e aqueles que quiserem participar dessa empreitada, poderão nos indicar para alguma empresa ou amigo que necessite de nossos serviços, nos contratar, ou patrocinar alguma de nossas palestras. Até aqui viemos sem qualquer patrocínio, e estamos prontos para mais 10 anos, pois o Brasil vale a pena. Com sua ajuda, com certeza poderemos fazer mais.

Dados recentes sobre a economia brasileira, seus estados, cidades e municípios, poderão ser levantados por nós para o seu empreendimento ou projeto, ou estão disponíveis exclusivamente para os nossos Clientes. Porém, agora todos podem acessar muitas dessas informações, nos sites de diversas instituições públicas. Acesse várias dessas instituições, a partir das seções Links Úteis e ACOMP Web Utilitários do portal ACOMP.

(Diversos dados deste Estudo da ACOMP, principalmente os dados geográficos, permanecem inalterados). Conheça, compare e confira !

Veja outros Estudos realizados pela ACOMP, que ajudaram a desenvolver os negócios e a economia no Brasil:

Pesquisa Anual da ACOMP sobre os 10 Melhores Negócios para este ano, e também de anos anteriores

Revitalização Comercial de Espaços Públicos e Privados

Planejamento e Desenvolvimento de Flea Markets e Outlets

Serviços da ACOMP que ajudam no desenvolvimento de Empresas e Empreendimentos

Rio, o melhor local para investimentos

Desenvolvimento de Metodologia específica para Qualidade Total em Times de Futebol

ACOMP inicia Estudo sobre o Brasil após a Copa do Mundo e as Olimpíadas

Por que contratar uma Consultoria ?

Há vários outros Estudos disponíveis on-line na seção Novidades do portal www.acomp.com.br .


Veja como era o Brasil do ano 2000 !

Posição e Extensão:

O Brasil, país localizado no hemisfério Ocidental, acha-se na América do Sul, ao norte e ao sul do Equador, ocupando todavia, o seu território, maior superfície no hemisfério sul, estando apenas localizados no hemisfério norte o território do Amapá e pequena parte dos Estados do Amazonas e Pará.

Por sua vez o Trópico de Capricórnio passa na altura altura da cidade de São Paulo.

Devido a sua grande expansão territorial o Brasil é o quinto maior país do mundo e limita-se com todos países da América do Sul, exceto Chile, Equador e Trindad e Tobago.

Os pontos extremos do Brasil são: ao norte, seu ponto extremo são as nascentes dos rios Ailã e Caburaí; enquanto ao sul, temos a Curva Sul, no Arroio Chuí. A leste, o Brasil tem como seu ponto extremo a Ponta Seixas, e a oeste, a nascente do Rio Javarí, na serra de Contamana.

População:

Com uma população de mais de 150 milhões de habitantes, o Brasil é o sexto país mais populoso do mundo.

Porém apesar de populoso o Brasil é pouco povoado, sua densidade demográfica é de 18 hab por km2.

Divisão Territorial:

O Brasil é uma República Federativa com capital em Brasília, no Distrito Federal.

O território brasileiro está dividido em 27 Unidades da Federação, com 26 estados e um Distrito Federal.

A atual divisão regional brasileira foi adotada em 1969 e divide-se em: Região Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Relevo:

O Brasil por estar situado numa área geológica de formação de terrenos antigos (rochas cristalinas do pré-cambriano), há milhões de anos vem sofrendo desgaste contínuo pelo processo de erosão. As montanhas têm hoje altitudes bem menores do que apresentavam em épocas geológicas passadas e os terrenos são estáveis. Devido a esta estabilidade a superfície terrestre brasileira não apresenta vulcões nem terremotos.

No continente da América do Sul o Brasil localiza-se na porção centro-oriental, onde o relevo é formado por velhos maciços, planaltos e extensas planícies. A parte mais elevada do Brasil é o Pico da Neblina, situa-se na fronteira com a Venezuela, com 3.014 m .

O relevo do Brasil divide-se em planaltos e planícies: Planaltos - Planalto Guiano e Planalto Brasileiro (Atlântico, Central e Meridional) e Planícies - Planície Amazônica, Planície do Pantanal Matogrossense e Planícies Litorâneas.

Clima:

O território brasileiro possui uma diversidade bem ampla em decorrência de diversos fatores. As massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil são a Equatorial (Continental e Atlântica), Tropical (Atlântica e Continental) e a Polar Atlântica, permitindo diferenciações regionais.

O clima super úmido apresenta-se com características variadas. No Amazonas, norte do Acre e em torno de Belém é super úmido quente (equatorial), no norte do Paraná e sul de São Paulo é super úmido mesotérmico (subtropical) e numa estreita faixa litorânea de São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Sul da Bahia até Salvador, Sul de Sergipe e norte de Alagoas é super úmido quente (tropical).

O clima úmido também é diferenciado. Clima úmido quente (equatorial) acha-se no Acre, Rondônia, Roraima, norte de Mato Grosso, de sudeste a nordeste do Amazonas, Pará, Amapá e estreita faixa a oeste do Maranhão. O clima úmido subquente (tropical), em São Paulo e parte sul do Mato Grosso do Sul, e o clima úmido quente (tropical), no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sudeste de Minas Gerais e Sergipe e do litoral de Alagoas a Paraíba.

O clima semi-úmido quente (tropical) abrange o sul do Mato Grosso do Sul, Goiás, área meridional do Maranhão, sudoeste do Piauí, Minas Gerais e uma estreita faixa a leste da Bahia até o Rio Grande do Norte, a oeste, e uma faixa meridional da Bahia.

O clima semi-árido, com suas variações quanto à umidade, abrange vasta extensão do nosso clima tropical (quente). O clima semi-árido brando é encontrado a nordeste do Maranhão, no Piauí e parte meridional da Bahia; o semi-árido mediano no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e interior da Bahia; o semi-árido forte no interior da Paraíba e norte da Bahia; e o semi-árido muito forte em pequenas ilhas no interior da Paraíba, de Pernambuco e norte da Bahia.

Vegetação:

A vegetação do Brasil pode ser dividida em três grupos:

- Formações Florestais ou Vegetação da Mata: Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Mata de Pinheiros, Mata dos Cocais, Mata Galerias;
- Formações arbustivas e herbáceas: cerrado, caatinga, campos;
- Formações complexas e litorâneas: Vegetação do Pantanal e Vegetação do Litoral.

Economia:

O Brasil apresenta hoje uma crescente economia nacional, apoiada no modelo neoliberal com intensificação das privatizações, criação de uma moeda feita estável (Real), além da importação do capital internacional para estimular a expansão industrial do país.

O Brasil lidera um dos principais blocos econômicos do mundo - Mercosul (Mercado Comum do Sul) - por isso tem a melhor economia latino-americana e é a nona economia do mundo, onde o crescimento econômico tem variado na faixa entre 2% e 4% ao ano.

Apesar de ser um país subdesenvolvido, o Brasil é industrializado, tendo o maior parque industrial da América Latina, situado na Região Sudeste.



Repercussão da Economia Brasileira no Mundo

Agricultura:

- Maior produtor de café no mundo;
- Maior produtor e exportador de cana-de-açúcar do mundo;
- 3° maior produtor de cacau no mundo;
- 3° maior produtor mundial de milho;
- 5° maior produtor mundial de algodão;

Extrativismo Mineral:

- 2° maior produtor de cassiterita
- 3° maior reserva de bauxita do mundo;
- 3° maior reserva de ouro do mundo;
- 3° maior reserva de níquel do mundo;
- 5° maior reserva de manganês do mundo.

Extrativismo Vegetal:

- 3° maior produtor de madeira do mundo.

Indústrias:

A indústria brasileira concentra-se na região do Sudeste e Sul, principalmente no estado de São Paulo (A região da Grande São Paulo, é reconhecida como o maior parque industrial da América Latina).

Só para se ter uma idéia, a economia de São Paulo, um único estado brasileiro, corresponde a toda a economia da Argentina, o segundo país mais importante da América do Sul.

Recentemente as novas indústrias que se instalaram no Brasil, estão recebendo incentivo do Governo Federal e mais intensivamente dos Governos Estaduais, através de isenção de impostos e outros incentivos, para a instalação de seus novos parques industriais em outros estados e municípios do País, o que propiciará uma melhor distribuição de empregos e renda, além de beneficiar o meio ambiente e a qualidade de vida dos moradores.

A indústria brasileira é sem dúvida a mais moderna da América do Sul, e também a mais diversificada. Por ter em sua formação sofrido tanto a influência Européia, bem como Americana e por fim Japonesa, nosso parque industrial tornou-se diversificado e sofisticado. Um grande exemplo é a presença de longa data da indústria automotiva, uma das mais modernas do mundo, e a recente vinda para o Brasil de outras tantas montadoras, americanas, européias e asiáticas.

O Brasil é o quarto maior fabricante de aviões do mundo.

Durante o início do processo de Globalização nossas indústrias não apenas substituíram importações, mas principalmente se adequaram aos novos tempos, modernizando-se e automatizando processos, ainda que ao custo de vários postos de emprego.

Por outro lado, um bom trabalho de nosso Ministério de Relações Exteriores, permitiu ao Brasil gradativamente substituir sua dependência do EUA, quanto à mercado comprador dos produtos brasileiros, e hoje exportamos para todos os continentes e países, de uma forma mais equilibrada e estrategicamente segura.

Comércio:

O Brasil possui a sexta população do planeta, e a nona economia do mundo, isso por si só explica o seu tamanho comercial. Como se não bastasse, sofremos a influência de vários povos que aqui se instalaram em colônias, e aos poucos foram se distribuindo por todo o território (portugueses, italianos, alemães, espanhóis, ingleses, japoneses, judeus, árabes e libaneses, africanos, e etc, etc.).

Essa miscigenação racial, aliada a receptividade do povo brasileiro, a diversidade de climas, a estabilidade no contexto mundial do País enquanto nação amiga,
a fartura de alimentos e de recursos naturais, e por fim o potencial de País em desenvolvimento, criou a necessidade, e incentivou o relacionamento de diversas culturas e por conseguinte do Comércio.

O Brasil é hoje o 6° maior país do mundo em Shopping Centers (considerando-se shoppings alugados e vendidos) e o 8° em Franchising, dois setores modernos do Comércio.

Serviços:

É o setor que mais cresce no Mundo e assim também se verifica no Brasil.

Os setores que vem apresentando maior desenvoltura no momento em nosso País, são: Telecomunicações e Informática (considerando-se a Internet para ambos).

O Brasil possui ainda um dos mais desenvolvidos Sistemas Bancários do Mundo, o que possibilita uma gama variada de negócios com diversas corporações e nações.

Em virtude das suas dimensões continentais, suas belas paisagens e praias, o Turismo desponta como quarta e grande vedete no segmento de serviços.

Energia e Transportes vem logo a seguir.

Os serviços de Previdência privada serão premiados pela reforma da Previdência no Brasil.


 

:: RIO DE JANEIRO ::

Estado da Região Sudeste do Brasil, limitando-se ao norte por Minas Gerais, a nordeste pelo Espírito Santo, e a esquerda e ao sul pelo Oceano Atlântico, e a direita por São Paulo. Ocupa uma superfície de 43.653 km2, que abrangem terras de planície e de planalto, com uma população de 12.854.108 habitantes (censo de 1991). A capital é a cidade do Rio de Janeiro.

Relevo e hidrografia

No sentido sudeste - nordeste, de maneira aproximada, sucedem-se em faixas estreitas, os três componentes principais do quadro morfológico do Estado: a baixada, os maciços litorâneos e o planalto. Apresenta o Estado um relevo bem acidentado. As baixadas litorâneas são planas, apenas entalhadas pelos rios, mais para o interior dão lugar a morros argilosos, onde as rochas do cristalino acham-se profundamente decompostas.

Os maciços litorâneos estendem-se desde Cabo Frio até a porção oriental da baía de Guanabara, em meio à Baixada Fluminense, formando um alinhamento com 200 a 500m de altitude. O planalto ocupa maior parte do território, e seu rebordo oriental é formado pela Serra do Mar, que se eleva frequentemente a mais de 1000m de altitude, em particular no trecho conhecido como serra dos Órgãos. O planalto decai suavemente para o interior, até o vale do rio Paraíba do Sul. Para além desse vale, e seguindo aproximadamente a divisa com Minas Gerais, encontra-se a Serra da Mantiqueira, e nessa região se encontram as maiores altitudes do Estado, culminando no Pico das Agulhas Negras (2.787m).

Procedente de terras paulistas, o Paraíba do Sul é o maior rio do Estado, correndo em altitudes inferiores a 500m e recebendo muitos afluentes (Paraibuna, Pomba, Piraí, Pibanha, Dois Rios). Para ele converge todo sistema fluvial que nasce no alto da Serra do Mar, ao passo que os rios partem da escarpa e atingem rapidamente o oceano.

Clima

Em função da latitude - quase todo o território fluminense está contido entre os 21° e 23°C - o Estado apresenta clima tropical, bastante amenizado pela altitude nas zonas serranas e de planalto. Nas baixadas o clima é quente (20° a 24°C em média), com verões caniculares (acima de 30°C). No planalto as médias baixam a menos de 20°C, sobretudo nas áreas mais altas, como Teresópolis, Nova Friburgo e Itatiaia. A distribuição anual da precipitação apresenta estação chuvosa no verão, quando são comuns os temporais, e uma estação sêca no inverno, quando ocorrem chuvas finais finas no litoral, mais frequentes sobre a escarpa da serra e quase ausentes no interior. Assim, o total de chuvas no litoral oscila entre 1.500mm no interior e mais de 2.000mm sobre as escarpas da serra do Mar. Uma anormalidade nesse quadro ocorre em Cabo Frio, onde o menor volume de chuvas favorece a extração de sal na lagoa de Araruama.

População

Em 1991, segundo o censo realizado pelo IBGE, a população era de 12.854.108 habitantes. Na capital residiam 5.336.179 pessoas. O Estado apresentava densidade demográfica de 330 hab./km2.

Dos 20% da população estadual que em 1985 não viviam na região metropolitana, a maioria localizava-se em dois núcleos principais de concentração, a zona canavieira de Campos e ao longo da Rodovia Presidente Dutra (Rio - São Paulo). A microrregião açucareira de Campos (Campos, Conceição do Macabu, Macaé, São Fidélis, e São João da Barra) congregava uma população de 550.000 hab., enquanto a microrregião do Vale da Paraíba fluminense (Barra do Piraí, Barra Mansa, Resende, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda) possuía cerca de 650.000 hab. Mencione-se ainda o grande contigente demográfico na microrregião Serrana Fluminense (Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis), com mais de 530.000 hab. Em 1985, apenas 5,7% da população habitava as zonas rurais.

Economia

Agricultura e pecuária - No império, a monocultura do café constituía a grande riqueza fluminense. A erosão dos solos e a abolição da escravatura resultam em sua decadência, tornando-se a agricultura uma atividade de importância secundária no Estado, hoje um dos poucos no Brasil em que o produto industrial supera o agrícola. O principal produto agrícola é atualmente a cana-de-açúcar, concentrada na região de Campos e em torno da qual gira a economia daquela zona. Outros produtos agrícolas importantes são, pela ordem: o tomate, cujo desenvolvimento está relacionado à expansão do mercado da região guanabarina; a banana, cultivada na planície litorânea e nas encostas baixas da serra do Mar; o arroz e o milho, cujo cultivo se concentra nos vales dos rios Muriaé e Pomba. Como outros produtos importantes no quadro estadual figuram ainda o café, a laranja, o abacaxi, a mandioca e a batata-inglesa. Até a II Guerra Mundial a laranja teve como grande centro produtor a região de Nova Iguaçu, passando posteriormente para Itaboraí.

A pecuária apresenta importância econômica semelhante à da agricultura. A criação bovina está voltada sobretudo para a produção de leite e derivados, localizando-se a bacia leiteira no vale do Paraíba do Sul, onde as fazendas de café foram substituídas por granjas leiteiras, integrando-se no sistema de abastecimento da metrópole carioca. A suinocultura prepondera no norte do Estado, onde é maior a cultura do milho. Outro setor que vem crescendo bastante é a criação avícola, principalmente no município de Petrópolis. A pesca apresentou enorme expansão, aproveitando o mercado urbano e infra-estrutura já estabelecida (construção naval, entrepostos, indústria de enlatados). Destaca-se aí a pesca da sardinha.

Mineração - Bastante amplos, os recursos naturais de origem mineral têm largo aproveitamento na indústria de construção. Verificam-se ocorrências de águas minerais, calcários, pirita, grafita, argilas, turfa, areias monazíticas, gispita e berilo, além de traços de níquel, bauxita, feldspato e cristal de rocha. No litoral, principalmente em Cabo Frio e Araruama, a formação de salinas permite que a extração do sal marinho constitua importante atividade econômica, a oferecer condições para o funcionamento da indústria de soda cáustica. Outros depósitos que sofrem exploração intensa são os de calcário (dolomita, calcita e mármore), havendo apreciáveis depósitos conchíferos (carbonato de cálcio) na lagoa de Araruama. A descoberta de uma importante bacia petrolífera na plataforma submarina, na altura de Campos, veio criar novas perspectivas econômicas para o Estado.

Indústria - Somente no final do séc. XIX é que começaram a ser implantadas indústrias de porte (moinhos de trigo nos portos do Rio e Niterói), fábricas de têxteis nas cercanias das quedas-d’água (rio Majé, Petrópolis e Nova Friburgo). No séc. XX as indústrias multiplicam-se, mas o processo não foi suficiente para manter o Estado na liderança econômica do país, que passou para São Paulo. É a partir da década de 40 que a ação governamental, ao partir para o programa de indústrias de base, localiza no Estado do Rio de Janeiro alguns grandes complexos industriais: a Companhia Siderúrgica Nacional (Volta Redonda), a Companhia Nacional de Álcalis (Arraial do Cabo, distrito de Cabo Frio); a Fábrica Nacional de Motores (Majé), transferida em 1979 para Minas Gerais; a refinaria e a fábrica de borracha sintética da Petrobrás (Duque de Caxias).

A partir dos anos 60, o desenvolvimento industrial, buscando novos mercados (inclusive o exterior), viu-se favorecido por novas condições infra-estruturais, com a criação de zonas e distritos industriais (inclusive a do Rio de Janeiro, onde seria instalada a Companhia Siderúrgica da Guanabara - Cosigua) e a abertura de novas rodovias. Multiplicam-se então as fábricas nesses locais, em detrimento dos antigos centros têxteis, estagnados ou decadentes.

Expande-se também a construção civil, que se torna importante fonte de absorção de mão-de-obra. Setorialmente, cumpre destacar a implantação, no Estado, de grandes estaleiros de construção naval (Rio de Janeiro, Niterói e Angra do Reis) nos anos 60, responsáveis pela renovação a ampliação da frota mercante brasileira.

Energia - A geração bruta de energia elétrica, em inícios da década de 1990, era da ordem de 10.000GWh, produzidos em sua maior parte (cerca de 90%) por hidrelétricas. Entre as principais, figuram a Nilo Peçanha, a do Funil, a ilha dos Pombos, a Fontes e a Pereira Passos. Em Angra dos Reis localiza-se a primeira usina nuclear do país, a central nuclear Álvaro Alberto (Angra I)

Transportes - Durante os sécs. XIX e XX, até 1930, construiu-se a primeira rede de ferrovias, ligando os portos do Rio de Janeiro, Niterói e Angra dos Reis às zonas produtoras do interior. O Estado é servido atualmente pelas antigas linhas da Central do Brasil e da Leopoldina Railway, que integram a RFFSA. A partir de 1928 multiplicaram-se as rodovias, que atualmente são em maioria pavimentadas, dispondo algumas de pistas duplas. A inauguração da ponte Presidente Costa e Silva em 1974, ligando Rio e Niterói, como parte da BR-101, veio coroar um dos maiores trabalhos de engenharia jamais realizados no Brasil.

O maior porto do Rio de Janeiro é o da capital. O Estado dispõe ainda de três outros portos - em Niterói, Angra dos Reis e Sepetiba. A capital conta com três aeroportos civis, o Internacional do Rio de Janeiro, capaz de receber aparelhos supersônicos, o Santos Dumont (exclusivo para linhas domésticas) e o de Jacarepaguá (pequenos aviões).

Comunicações - O Rio de Janeiro afirmou-se ao longo da década de 1970 como o principal centro gerador de programação de televisão para todo o país. O mesmo ocorreu com as telecomunicações, que têm no Estado seu principal centro difusor, destacando-se as antenas da estação de satélites da Embratel, em Itaboraí, e o ponto extremo do cabo submarino para a Europa, o Bracan I, na capital.

Segurança Pública - O Rio de Janeiro é sede da 1° Região Militar, subordinada ao Comando Militar do Leste; integra o III Comar (Comando Aéreo Regional), juntamente com o Espírito Santo, parte de Minas Gerais e ilhas de Trindade e Martim Vaz; o Estado faz parte do 1° Distrito Naval, que tem sede na capital.

Governo e Administração - A fusão entre os antigos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara efetuou-se a 15-3-1975 por força da lei complementar n° 20. O primeiro governador do novo Estado foi nomeado pelo presidente da República com mandato de quatro anos, tomando posse na data da fusão. Em novembro de 1974 fora eleita uma Assembléia Constituinte, formada por 94 deputados (46 da antiga circunscrição e eleitoral do Estado do Rio de Janeiro e 48 da circunscrição do Estado da Guanabara), e a nova constituição promulgada.

Após a promulgação, a Assembléia Constituinte passou a exercer as funções de Assembléia Legislativa. Durante o mandato parlamentar iniciado em 1975 o Estado do Rio de Janeiro foi representado no Congresso Nacional por 46 deputados e seis senadores. O poder judiciário passou a ser exercido por um tribunal de justiça constituído de desembargadores efetivos dos dois Estados, escolhidos a critério do governador.

Com a fusão, o território do antigo Estado da Guanabara retornou à condição de município. Seu prefeito foi nomeado, em comissão, pelo governador. A Assembléia Constituinte decidiu que a bandeira, hino e brasão, bem como outros símbolos do novo Estado seriam os mesmos do antigo Estado do Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro possui ainda a maior floresta urbana do mundo, belas praias, monumentos conhecidos internacionalmente, vasta rede hoteleira, boa infra-estrututra urbana e um povo extremamente hospitaleiro. Por todas essas razões, é uma das cidades preferidas no Brasil e no mundo para instalação de novos empreendimentos. Clique aqui e veja uma reportagem sobre esse assunto.

Réveillon em Copacabana no Rio de Janeiro

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Investir no Brasil é ótimo,

e no Rio de Janeiro é melhor ainda !

 

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